Morena Aragem,
Na retina, De passagem
Teu vulto
A ti ergo um Culto
Bela de ser e de existir
Eleita para fazer e sorrir
Só porque cresces
De cada vez que te enterneces
Tua pele de aluir defesas
Porém, sem surpresas
Levante caloroso
De olor ardoroso
Que mais cantar
Pois se sobre ti não vigora a Gravidade?
Não há porque esperar
Celebremos no Presente esta nossa Coeternidade
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