terça-feira, 17 de maio de 2016

Lamposcópias Garotices (A Coroação Coração)

Sentimental
Uma garota no areal
Correntes insofreáveis
Como interpretar sonhos ininterpretáveis?

Entumecendo-Te Maiúsculo
Crispado por tua Presença
Oferecer-Te o Crepúsculo
Ignificado à tua Fervença

Fenomenal
Uma garota sem igual
Tremulinas irreprimíveis
Como vogar marés indefiníveis?

Delibando para o interior
De Tua Flor
Entre finuras e diabruras
A Coroação do Coração




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Dos Sonhos (Do Cupido Despido)

Ataviados, teus Pulsos dourados
Lubrificados, teus Impulsos adorados

Despido
Um caso feliz
Do Cupido
Que o acaso quis

Glicínias, precipitando-se ressumantes de tuas fragrâncias estonteantes
Curvilíneas, manigâncias desenhando-se em tuas revoltas voltas esfuziantes

Cupido
Um acaso que quis
Do Despido
O caso feliz

Translações, pelos teus cabelos fora dos usuais modelos
Rotações, pelas tuas temulências orvalhadas de luas

Feliz
Um acaso do Despido
Que quis
O caso Cupido

Identidades, dissolvidas na melíflua mistura das nossas lubricidades
Alteridades, absorvidas da conspícua soldadura das nossas perplexidades

Quis
Um caso Cupido
Que Feliz
O acaso do Despido




Post Scriptum: e da próxima vez que me telefonares e visitares, que seja a última em sonho antes da primeira em terrenal

Post Post Scriptum: Te Amo-Te, Teu Amor

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Gemas Preciosas (Sem Dilemas)

Quintessencial
Beijos de Cristal
Lampejos

Delibando de tuas pérolas lacrimais
Essências fenomenais

Quando os dedos delicados estalam, ateiam flama
Encantamentos Suspirantes
Sem medos, mergulhados em enredos de roupa de cama
Amenomanias Inspirantes

Então, A tonalidade propaga-se aos domínios intersticiais
A Derradeira Ode ao Sacrifício
Então, A acre alacridade alaga-se dos declínios subliminais
Fogos-de-Artifício

E Transcorrências solenes, bolsam Triunfantes
Gostosas
E Evidências perenes, colapsam Supinantes
Saborosas

É o auge da Culminância
Uma prazerosa exorbitância

Delibando de tuas pérolas fenomenais
Essências lacrimais

Lampejos de Cristal
Beijos
Quintessencial




(SONORO

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Prescrição (Um nadinha de Colírio)

A Luz da primavera, vista por um canudo
Perfeita e sincera, um Destino chorudo

Ecos desossados, Na casa dos Malucos
Retratos espatifados, Sob a asa dos caducos

E as árvores também andam, adelgaçadas
Às venturas coíbem e mandam, superlativadas

Há colírios, que Causam demasia
Há colírios, que Espantam fantasia

Atenção: O resultado é a Dissolução na Maresia

De todo em todo, Olhos marejados… Desejos sublimados.




(Para Código Morse: CLICAR

sábado, 23 de abril de 2016

Heroísmos (Melodias de germinar Alegrias)

Agora já é bom quando dói…

Estás recordada, Serpentina?

Negativo…

É de crer. Porque já sucedeu mas ainda vai acontecer

Herói?

Afirmativo

Da sua Heroína!

Exacto. Somos nós, Atados. Embriagados, No mundo a sós. É um facto

E é veloz

Acelerou, Está quase

Mais uma fase

Olha, já cá estou

Eu sabia

De que jeito?

Está doendo de alegria

Com efeito… que doa, venha a Dor

Que doa! Meu Amor!





(Amo-Te)
(Te Amo-Te)
(Dorme bem, Plena)
(Dorme Serena, Meu Bem)

(Post Scriptum: Toma a MELODIA… somos nós)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Respira [Do Livro...]

És um Titã
Já existias antes dos Deuses

Só que havias olvidado isso
Por teres perdido a ligação à Respiração

Respira


 (...)

terça-feira, 5 de abril de 2016

A 'Flor de Lótus' (Epístola à 'Universal')

Flor, Querida Flor

A questão é que sempre gostei de ti pelo que És e não pelo que pensas (que sentes)

Amei a tua Presença desde o primeiro dia que me cruzei contigo

Continuo Te Amando por isso

No momento

Atento


Abril (Amores Mil)

Lá estás tu a Chover (Chamar)
Então não te fazia também bem mover? (Caminhar?)
Ouro nesta direcção
Uma inimaginável Devoção

Queres? Então e se deres?

Vem Beber (Buscar)
Que eu tenho estado sempre a Oferecer (Andar)


(Sai do teu Pedestal)
(Torna-Te Universal)


sábado, 26 de março de 2016

Amante Oceânica (Princesa Deia, a Remansa Bonança)

Feições de mar pausado
Em rosto sublevado

Não te quererei cantar, somente solenizar. Verter de tua boca serena, beijos incensos. Momentos intensos. Deia Remansa, Enamorada Bonança.

Ascensa
Tua veludínea natureza
Intensa
Guerreira Princesa

Não te intentarei granjear, unicamente amar. Beber de teu umbigo universal, soluços arrebatados. Momentos enlevados. Divindade Conflagrada, Apaixonada Intemperança.

Tocar-Te, Arrepiada
Abraçar-Te, Ateada
Beijar-Te, Lavrada
Soçobrar-Te, Consumada
Finar-Te, Consagrada

Entrar em ti com bravura,
Vanguejante de tão molhada
Oscilar por ti com ternura
Periclitante de tão encumeada

Não te desejarei controlar, meramente expirar. Referver de tua vera silhueta, plangores partilhados. Momentos descontrolados. Ninfa porcelânica, Amante Oceânica…


(Te Amo-Te…)