Princípios emergentes
O reconhecimento dos sencientes
Vieram movimentados
Desfizeram aguardados
A contagem perene, o fim dos aforismos
A voragem sirene, outrossim culturismos
No mar uma clarabóia
No tecto uma bóia
Não te inquietes, podes apenas aquiescer
Face ao impossível de deter (não te avexes)
Regula a guisa de enfitar
Só te resta contemplar
domingo, 31 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Triplicar a dobrar
Triplicar a dobrar
Se (não) doer não vai dar
Homens enlouquecidos, roteiros ensandecidos
Mulheres endoidecidas, cortinas esmaecidas
Um mundo ajoelhado, mas nem tudo está acabado
Já se viu para a frente, há de ficar quem não tente
Triplicar a dobrar
Se não doer (não) vai dar
Nos entrementes, todos se confrontam
Desafinados sem diapasão
Pacientes aqueles que confortam
Sem para isso invocar uma razão
Triplicar a dobrar
Se não doer não vai dar
Se (não) doer não vai dar
Homens enlouquecidos, roteiros ensandecidos
Mulheres endoidecidas, cortinas esmaecidas
Um mundo ajoelhado, mas nem tudo está acabado
Já se viu para a frente, há de ficar quem não tente
Triplicar a dobrar
Se não doer (não) vai dar
Nos entrementes, todos se confrontam
Desafinados sem diapasão
Pacientes aqueles que confortam
Sem para isso invocar uma razão
Triplicar a dobrar
Se não doer não vai dar
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Antes (Depois)
Quando te atingir a manhã
Tua Alma será Anciã
Cantarás:
Cordas para que vos quis
Não interessa nada do que fiz
Lume ao opúsculo
Ao crepúsculo cume
É assim o flagelo
Antes do Degelo
Depois Adocicado
Depois Floreado
Tua Alma será Anciã
Cantarás:
Cordas para que vos quis
Não interessa nada do que fiz
Lume ao opúsculo
Ao crepúsculo cume
É assim o flagelo
Antes do Degelo
Depois Adocicado
Depois Floreado
terça-feira, 21 de abril de 2015
Esquiço Recobrado
Quando a Beleza se me infunde
Sussurrações insinuam-se-me estrelejando
Obnubilando paneis coloridos
Floridos pincéis
Como um marulhar de cintilações
Que semente se quererá semear?
Aliviar
Sementes?
Doces Entes
Sussurrações insinuam-se-me estrelejando
Obnubilando paneis coloridos
Floridos pincéis
Como um marulhar de cintilações
Que semente se quererá semear?
Aliviar
Sementes?
Doces Entes
domingo, 19 de abril de 2015
Poema para Entreter
Bom seria, não voltar a dormir
Retorquir, abraçar o tom fantasmagoria
Regimentos acantonados, doravante uma sublevação
Entendimentos perpetrados, consoante a Tradição
O Poder de Crescer
Entrever
O que dei por um beijo que cheguei a ter
A Luz atinge
Tua cintura cinge
Apertando-nos
Cerceando-nos
A União tinge
Retorquir, abraçar o tom fantasmagoria
Regimentos acantonados, doravante uma sublevação
Entendimentos perpetrados, consoante a Tradição
O Poder de Crescer
Entrever
O que dei por um beijo que cheguei a ter
A Luz atinge
Tua cintura cinge
Apertando-nos
Cerceando-nos
A União tinge
(A União tinge...)
sábado, 4 de abril de 2015
Alocado
Não há vestígios nem indícios
Mesmo que rogasse por resquícios
Bastaria que sonegasse ao querer prevalecer
O que é distinto de ser
Sobrevindo, nesse ínterim, a fórmula final
Nem conhecimento ulterior
Nem tão-pouco anterior
Somente visão interior
Mesmo que rogasse por resquícios
Bastaria que sonegasse ao querer prevalecer
O que é distinto de ser
Sobrevindo, nesse ínterim, a fórmula final
Nem conhecimento ulterior
Nem tão-pouco anterior
Somente visão interior
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Amor de Serendipidade (Olhos castanhos são mais doces)
Olhos castanhos são mais doces
Sorrisos tímidos são mais fiéis
Fiquem os dedos, deixem-se ir os anéis
Descontrola-te e Ama como se não fosses
Não te consumas
Antes o conceito de ti se consuma
Crê que a vida se apruma
Quando tu com ela te aprumas
Age, Canta e Dança
Dança, Cante e Age
Serendipidemos
Esta Dança Serendipidade
Que nos Une à Eternidade
Encantemos
Olhos castanhos são mais doces
Sorrisos tímidos são mais fiéis
Fiquem os dedos, deixem-se ir os anéis
Descontrola-te e Ama como se não fosses
Sorrisos tímidos são mais fiéis
Fiquem os dedos, deixem-se ir os anéis
Descontrola-te e Ama como se não fosses
Não te consumas
Antes o conceito de ti se consuma
Crê que a vida se apruma
Quando tu com ela te aprumas
Age, Canta e Dança
Dança, Cante e Age
Serendipidemos
Esta Dança Serendipidade
Que nos Une à Eternidade
Encantemos
Olhos castanhos são mais doces
Sorrisos tímidos são mais fiéis
Fiquem os dedos, deixem-se ir os anéis
Descontrola-te e Ama como se não fosses
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Centrípeto vs Centrífugo (Corta, Corta, dá Zero)
Viajas para longe à procura de mestres, situações e contextos que te ajudem ou levem à Libertação, mas tudo o que precisas para tal está precisamente diante de ti (mestres, situações e contextos).
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