segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Protection

This girl I know needs some shelter
She don't believe anyone can help her
She's doing so much harm, doing so much damage
But you don't want to get involved
You tell her she can manage
And you can't change the way she feels
But you could put your arms around her

I know you want to live yourself
But could you forgive yourself
If you left her just the way
You found her

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

You're a boy and i'm a girl
But you know you can lean on me
And I don't have no fear
I'll take on any man here
Who says that's not the way it should be

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

She's a girl and you're a boy
Sometimes you look so small, look so small
You've got a baby of your own
When your baby's gone, she'll be the one
To catch you when you fall

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

You're a girl and i'm a boy
You're a girl and i'm a boy
You're a girl and i'm a boy
You're a girl and i'm a boy

Sometimes you look so small, need some shelter
Just runnin' round and round, helter skelter
And I've leaned on me for years
Now you can lean on me
And that's more than love, that's the way it should be
Now I can't change the way you feel
But I can put my arms around you
That's just part of the deal
That's the way I feel
I'll put my arms around you

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

I stand in front of you
I'll take the force of the blow
Protection

You're a boy and i'm a girl
You're a girl and i'm a boy
You're a girl and i'm a boy
You're a girl and i'm a boy


(Massive Attack, Protection)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Da Noite Escura da Alma ao Nascer do Sol

Ao final da Noite Escura da Alma, o Alvorecer, a Luz.


(Fantasia, 1940 - Feito num tempo em que a margem de lucro não era o único critério para a criação e difusão de uma obra artística)

sábado, 29 de janeiro de 2011

O Grito da Kaliyga

Há medida que os sussurros se expiram dando lugar a vozes cada vez mais altas, imaginem como será o eco do grande grito da Kaliyga. Iminente quando menos se esperar.

(Eric Chahi, Another World)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Nāda

Mystic sound (of the Eternal); the primal sound or First vibration from which all creation has emanated; the first manifestation of the unmanifested Absolute; Omkara or Sabda Brahman; also the mystic inner sound or Anahata on which the Yogi concentrates.

taken from http://www.swami-krishnananda.org/glossary/glossary_mn.html

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Barcelona Mulher

Barcelona. Essa Mulher que subverte a sedução. Demasiado Perfeita ao ponto de deixar um homem atiçado pela sedutora dúvida que o faz indagar se realmente será merecedor e capaz de beber da sua libido. Fatalmente Ela impele a transpor a teia de cetim que se tece à entrada da derradeira ilusão, o potencialmente último e sinuoso mergulho no Lago denso da sua volúpia. Mas é isso que Ela promete, é isso que Ela dá, Tudo... Mas tudo tem um preço, o problema é Aceitar, porque depois disso, o mundo muda, e não mais dará para voltar atrás. É como dizer que, uma vez atravessada a linha…

Talvez gengibre, talvez açafrão, talvez canela… Picante, agridoce na medida certa, o mal é esse, excessivamente certa. Não há como explicar… E é isso que esquenta empolando ainda mais o desejo de experimentar. Mas fica o aviso, porque de curiosidade morreu o “gato”…

Os lábios crepitam fagulhas hipnóticas. Talhados para fazer esconder o dialecto dos olhos e o perigo que dentro deles se encerra encriptado. Tão bem codificado que nem Ela sabe da sua Essência…

Seios delineados para magnetizar, sequiosos de Beijos, oscilam exuberantemente aliciando à concretização desse pedido. Serás capaz de resistir? Abundantes, delineados para culminarem num halo solar do qual irrompe uma erupção carnuda e que quando Beijada engata um Encanto. E depois de engatado, estarás inoculado, nada mais há a fazer, senão estar à mercê, esperar até ao fim do efeito do veneno, e isso pode demorar... É assim que Ela é, não sabe ir contra a sua Natureza, porque de momento ainda não conhece Outra.

Curvas que desconstroem qualquer Realidade aceite. O Umbigo, um Buraco Negro que suga e oscila gerando uma ondulação que é mais uma corrente encaminhando até ao fim do ventre tórrido e sedento de uma água que não permanece teimando em evaporar fumegante…

Avassaladora. Só precisa de Si para se extasiar fluente. Tu nunca serás mais do que um pretexto para o deflagrar da sua exuberância aquosa.

A questão é que Ela é abissal, tão mais do que possas imaginar. Não terás como compreendê-La, e em Verdade te digo, se o tentares serás fulminado. Poderás apenas provar da carne Dela. Porque a Alma, essa é serpentina sibilina, envolve-te e entra-te pelos poros adentro tomando conta de ti. Sim, há quem goste de Estados Alterados de Consciência… Mas é um risco. Sim, quem se arriscou e sobreviveu para contar, garante que valeu… Mas…

Diz o Ensinamento Tântrico que a cura passa por tomar uma dose do veneno, porque esse é o caminho da imunização, Tudo é Energia. Mas para isso há que sobreviver. E para ser fiel aos registos, poucos o conseguiram, quase todos “ficaram”…

Porque para se chegar à Sagrada Família, tem que se transcender o apetecível veneno provado.

Só pode quem aguenta. Só sobrevive quem consegue. Valerá a pena arriscar? Valerá a pena só pelo prazer de contar? Valera a pena só pela luxúria de fechar os olhos e relembrar?

Assim Se Ama Barcelona…

sábado, 18 de dezembro de 2010

Do Pessoa

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia…
E, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Pessoa

terça-feira, 23 de novembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Memento Sensual (Água de Rosas)

A recordação permanece.

Desnudávamos a roupa que dissimuladamente nos trajava do pudor que não queríamos para nós de modo algum. E em pleno impudor nos enlaçávamos num Abraço ora crescente, ora minguante, peito a peito. Meu calor ao teu e o teu ao meu, contíguos e alagados… Só isso…

Banhavas-me em Água de Rosas, para lavar meu Coração, dizias tu. E envolvias de carícias zelosas meu corpo fumegante à medida que seguias deslizando e deitando tua encarnada sedução sobre essa minha rendição. Saber Ser Mulher… É isso…

Teus dedos crepitavam esses símbolos de amor, encantos que só tu sabias lançar, e que ficavam desenhados vivos na minha pele, tela da tua arte, a Arte de Amar. E quando a tua obra te envolvia, deixavas-te engolir… Por isso…

Sedosos, teus lábios ora se mordendo em mistura a um sorriso de prazer, ora expirando maviosos gemidos cantados sobre a transpiração desse tema, eclipsávamos quando deixava de saber em que parte de mim começavam ou acabavam teus seios desaguados… Isso…

A recordação permanece.


E porque sou um Estudioso de Nós na descoberta destas Danças de Fusão que perpetramos, aqui fica mais um capítulo, adornado, do nosso Memento Sensual.

(...)



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Memento (latim memento, lembra-te) s. m. 1 Oração eclesiástica que principia por aquela palavra. 2 Livro de lembranças, agenda onde se anota o que se quer recordar. 3 Obra em que estão resumidas as partes essenciais dum assunto, duma ciência.