quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Em que ficamos? Jogamos?

Abraço solaz, olorosamente
Induz à Paz, calorosamente

Tu: Lanuda, a linha de penugem, felpuda que (se) te alinha.

Um excurso em decurso, paulatinamente
Adorar e voltar ao mesmo lugar, ciclicamente

Eu: Escorrido, sorrido e transvertido.

Demulcir é adoçar, seguramente
Amar é transir, integralmente

Tu: Além meios, de intercorrência pela circunjacência de teus seios.

Calcar é desferir, repetidamente
Insistir é perdurar, irreversivelmente

Eu: O proponente a ponente ao fundo do teu delicioso ventre.

Em que ficamos? Jogamos?

Nós: fenomenais, brincando sexuais, a sós.



quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O Salto Mais Alto (De Salto Alto)

O Salto mais alto
Elegante
De salto alto.
Mas é descalça que embarca de rompante
Triunfante, na Venusta Balça
Renovada, em jeito vogante, calmamente excitada
Com bondoso despeito

O que foi, passou
O que não deu, gorou
Agora? É ir a rir

Generosa, Ela continua, Lampejante
Olorosa, Lua Flamejante
Consagrada ao Sol… Viajante.


(Post Scriptum: E desta vez… Dança. Que assim já não cansa.)



quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Há Dias Assim (Inebriados)

Brilhos engalanados
O Sol enalteceu os teus ruivos-alourados
Há dias assim, Inebriados
Será aqui que te irei esperar, desde o Tempo em que já te venho esperando
Sonhando acordado
Diz que “sim”
Ao Apaixonado




Post Scriptum:
Vem ouvir Comigo "Rádio Macau".
Eis o convite de alguém que quer ser "mais" que Amigo


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Tornas-me facilmente mortal...

É Fácil Morrer, em ti
No teu baixo-regaço cheio de Melaço
Delambido, lambo-te Atrevido
Em ti, Morrer é Fácil



Corpo-a-corpo (Até Acabar)

Depois de me teres contado acerca das Poesias que desconhecias, embebedei-te. Embebedei. Libertei de ti Auroras Boreais, Intemporais. O propósito? Penetrar-te, de propósito. Penetrei. Fiz-te chorar ourando, ourar chorando. Contaminado de ti, delirei. Deliraste. Nada sobrou. Acabaste. Tudo restou. Acabei. Corpo-a-corpo, Amámos. Acabámos.


Post Scriptum: Dá-me licença, por favor, que te quero despir. Obrigado.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Cidade “Condal” (Onírica)

Adormecido que está o Orbe. Deitam-se as Andorinhas, alevantam-se os Anjos. Passam testemunho. Numa “Barcelona” Onírica. Lua a pino. Como as (duas) metades que (finalmente) se encontram. Hino. Atarantam-se de tesão, ademais, rimada. Mais Mar. Amar Mediterrânico. Coloca-A de molho, num banho de essências, florais. E não é que a água absorve o cheiro Dela? Que peça! Entra Ele, com Ela, Nela. E prosseguem desenrolados de lençóis enrolados, na cama. E repetem-se várias vezes, a fazer as vezes dos Astros. Até se porem. Saciados. Recolhem os Anjos, retornam as Andorinhas. Alvorecido que está o Orbe.


(Instruções de Como Fazer Amor)

Coisa de Gatos

Um Gato, de Branco, de uma Gata, Branda. Uma Gata, Branca, faz do Gato, Brando.




terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Antes de te Despir, e ‘Molhar’, um Segredo para Excitar…

Quem sou?
Aquele que te oferece o vestido
Só para te o ver despido

O que te dou?
A água excitada
Só para te ver a pele molhada

Onde estou?
Sussurrando ao teu ouvido
Um segredo deverás sabido…


(Que)
(Te Amo-Te)
(Sem Segredos)



Miúda Graúda (E as Bolas de Sabão borbotando do seu Coração)

Bolas de Sabão
Borbotando do teu Coração

Miúda, és:
A minha Loucura
A minha Sobriedade
A minha Ternura
A minha Simplicidade
Miúda... Graúda!

Borbotando do teu Coração
Bolas de Sabão