Não pensem que vai cair no esquecimento
É uma ilusão essa sensação de entorpecimento
Tem estado a maturar
Silenciosamente
E vai rebentar, frondosamente
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Post Scriptum [A Esfera da Formiga]
Estando para breve o momento da cessação do tempo
Que texto oportunamente hipnótico
Mesmo a propósito do agendado fim do mundo despótico
Deixo-te o que transpira
A esfera da formiga
Respira, embebe-te e… perspira
Que texto oportunamente hipnótico
Mesmo a propósito do agendado fim do mundo despótico
Deixo-te o que transpira
A esfera da formiga
Respira, embebe-te e… perspira
Questão (Intenção)
Como partilhar o que transpira mas não é Transpiração?
O que respira mas é de outra Respiração?
Fica a questão… e, já agora, a intenção.
Epifania Constante (Que Nada Fique Por Dizer)
Qual vesânia?
É uma sadia insânia
Uma epifania
Constante a cada instante
Ondulações numa trama de contrações… e distensões
Ao Deus dará
Desatino com tino por quem afino… se me estás a entender…
Pois, que nada fique por dizer…
É uma sadia insânia
Uma epifania
Constante a cada instante
Ondulações numa trama de contrações… e distensões
Ao Deus dará
Desatino com tino por quem afino… se me estás a entender…
Pois, que nada fique por dizer…
Reza Encantada (Lua Petalina ao Veludo Sabor)
Influída de Pureza
Hábil em Destreza
Volátil e Imiscuída
Pele por todo lado… Aveludada
No encontro alagado
Da Reza encantada
Da textura de uma pétala ao sabor da tua língua
Que Lua a tua que não conhece míngua…
Hábil em Destreza
Volátil e Imiscuída
Pele por todo lado… Aveludada
No encontro alagado
Da Reza encantada
Da textura de uma pétala ao sabor da tua língua
Que Lua a tua que não conhece míngua…
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Efeitos Boreais (Amantes Essenciais)
Borealmente propalados
Fenomenalmente amantizandos
Plena Energia aplicada na nossa Sinergia
Venturosos na senda de posições
Obsequiosos na oferenda de convulsões
Afeitos nas pausas e acelerações
Turbilhões
Somos o Efeito e as causas
Somos a Causa e os efeitos
Fenomenalmente amantizandos
Plena Energia aplicada na nossa Sinergia
Venturosos na senda de posições
Obsequiosos na oferenda de convulsões
Afeitos nas pausas e acelerações
Turbilhões
Somos o Efeito e as causas
Somos a Causa e os efeitos
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Entrelaçados e dissolventes (Doidos por Nós)
Crentes
Num mundo de descrentes
A realidade de uma suposta imoralidade
Sentir e fugir
Do quê e para quê?
Se o vento não se explica, é porque se se sente
Se o vento não se complica, é porque nunca mente
Pois então, imemoriais, ventemos
A dois, como um, e sem mais não
Doidos por nós, Atados
Consumados
Doidos por nós, Ebulidos
Só sabemos ser assim, Repletos
Unidos somos Completos
Num mundo de descrentes
A realidade de uma suposta imoralidade
Diz-se do crepitado dos nossos beijos frementes, que é tão sossegado e tão exaltado, enquanto somos entrelaçados e dissolventes
Sentir e fugir
Do quê e para quê?
Se o vento não se explica, é porque se se sente
Se o vento não se complica, é porque nunca mente
Pois então, imemoriais, ventemos
A dois, como um, e sem mais não
Doidos por nós, Atados
Consumados
Doidos por nós, Ebulidos
Só sabemos ser assim, Repletos
Unidos somos Completos
Mimetismos e Paralelismos (Alagados)
Toda uma retentiva de covalência
Tanta absorvência…
Ambular à boleia do teu desenho de sereia
Noites e noites que estrelamos
Sonos e sonos por onde sonhamos
Mimetismos e paralelismos
Na tua pele mapeando
Traçando as linhas que unem teus asterismos
Gozando até às entrelinhas
Fragrâncias
Cheias de estravagâncias
Incapazes de parar
Porque o movimento é a soma de todo e cada momento
Eis-nos, portanto, Nascidos para Alagar…
Toda uma narrativa de covalência
Tanta aderência…
Tanta absorvência…
Ambular à boleia do teu desenho de sereia
Noites e noites que estrelamos
Sonos e sonos por onde sonhamos
Mimetismos e paralelismos
Na tua pele mapeando
Traçando as linhas que unem teus asterismos
Gozando até às entrelinhas
Fragrâncias
Cheias de estravagâncias
Incapazes de parar
Porque o movimento é a soma de todo e cada momento
Eis-nos, portanto, Nascidos para Alagar…
Toda uma narrativa de covalência
Tanta aderência…
sábado, 15 de outubro de 2016
À Lei da Chuva Grossa (A Que Empossa)
Fantasias sem retorno?
As que se fixam em teu contorno?
Confirmadamente deslizantes
Fatalmente consonantes
À Lei da Chuva Grossa
A tal que nos Empossa
São rápidos que se te correm pelas intimidades
Encurralando-me de desejos incontinentes
Intensidades tangentes
Uma ímpar Força da Natureza
Com certeza
Dura de domar
Que perdura como um Mar
Que diferença há entre contentamentos e descontentamentos?
Nenhuma, é mera questão de como fulgem os ciciamentos
Bulir e murmulhar
Delirar e fremir
Como?...
À Lei da Chuva Grossa
A tal que é Nossa
Fatalmente deslizantes
Confirmadamente consonantes
E com retorno…
Só as Fantasias de ti sem contorno
As que se fixam em teu contorno?
Confirmadamente deslizantes
Fatalmente consonantes
À Lei da Chuva Grossa
A tal que nos Empossa
São rápidos que se te correm pelas intimidades
Encurralando-me de desejos incontinentes
Intensidades tangentes
Uma ímpar Força da Natureza
Com certeza
Dura de domar
Que perdura como um Mar
Que diferença há entre contentamentos e descontentamentos?
Nenhuma, é mera questão de como fulgem os ciciamentos
Bulir e murmulhar
Delirar e fremir
Como?...
À Lei da Chuva Grossa
A tal que é Nossa
Fatalmente deslizantes
Confirmadamente consonantes
E com retorno…
Só as Fantasias de ti sem contorno
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