Bem que te vi, estrelada
Bem que te flori, amorançada
Embriaguei de tua boca vermelha
Reuni a Tua á minha Centelha
Saborosa
Como quando fazíamos amor
Ouvíamos
Repletos daquela crepitosa dor
Uma fogueira subaquática
Queríamos
E tivemo-la empática
Fervorosa
Eras rios de cabelos auricolores
Eras escorrente sem eira nem beira
Eras tuas pernas sobre mim atadas
Poderosa corrente sobredosada de humores
Arroubada em nossa empírea liteira
Carícias cantadas
Deleitosa
Saudar-te-ia em versos, eternamente
Mas tu estás sempre presente
Na forma de estar Deliquescente
E Fantasiosa, De nos amarmos
De nos engajarmos
Que União daimosa
Tu, Divina
PorcelAna
Fábula sobrehumana
A perfeita Serpentina
(Te Amo-Te… PorcelAna)
(Tudo a passar)
(Tudo a passar)
(Tudo a passar)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Que é da Tua Voz? (Fiquemos a sós…)
Que é da tua Voz?
Poderei saber dela?
Devolver-te-ei as carícias
Aquelas que te colapsavam
Desabridas delícias
Sequelas que te colabavam
Estás recordada?
Minha Amada…
Que é da tua Voz?
Poderei beber dela?
Ó, Quando te abrias
Subtilmente Caleidoscópica
Ó, Quando te rias
Ulteriormente Simbólica
Ó, Quando te consumias
Suavemente Eufórica
Que é da tua Voz?
Poderei viver dela?
Que vogávamos nas correntes
De nossos mares frementes
E os verbos que declamámos
E as águas que aguámos
Do nosso Abraço
Sempre florou o Ilapso
Que é da tua Voz?
Poderei morrer dela?
E no presente
Que nos lês tão senciente
Absorvida
Só te falta dar-nos Vida
Se estás despertada
Então, vem, Minha Amada…
Que é da tua Voz?
Poderei renascer dela?
(Vem… para que fiquemos a sós…)
Poderei saber dela?
Devolver-te-ei as carícias
Aquelas que te colapsavam
Desabridas delícias
Sequelas que te colabavam
Estás recordada?
Minha Amada…
Que é da tua Voz?
Poderei beber dela?
Ó, Quando te abrias
Subtilmente Caleidoscópica
Ó, Quando te rias
Ulteriormente Simbólica
Ó, Quando te consumias
Suavemente Eufórica
Que é da tua Voz?
Poderei viver dela?
Que vogávamos nas correntes
De nossos mares frementes
E os verbos que declamámos
E as águas que aguámos
Do nosso Abraço
Sempre florou o Ilapso
Que é da tua Voz?
Poderei morrer dela?
E no presente
Que nos lês tão senciente
Absorvida
Só te falta dar-nos Vida
Se estás despertada
Então, vem, Minha Amada…
Que é da tua Voz?
Poderei renascer dela?
(Vem… para que fiquemos a sós…)
(...)
domingo, 24 de janeiro de 2016
No que te tornaste (Ao encontro do teu recontro)
Sentimentos, aquando dos derradeiros rebentamentos
Quando?
Depois de teres deixado de fugir…
Foi o encontro dos Enlevos
Foi o encontro dos Relevos
Não, não foi dançar, foi Bulir
E Bulimos
E Infundimos
Em Transfusão
Em Efusão
Tinhas jurado que o tento ninguém to tiraria
Bastou o desbragar da ventania
Acumulada
E Amada
Para quebrares a promessa
Essa é que é essa
Agora és só tumultos
Clímaces escapando-se em teus soluços
Desamordaçados
Liberados
Perguntas, E quando vier a harmonia?
Respondo, Mas não será já esta a euritmia?
Deixa que a tempestade arrase
Que nada te atrase
No encontro ao teu recontro
(Te Amo-Te… Suprema…)
(Açucena.)
Quando?
Depois de teres deixado de fugir…
Foi o encontro dos Enlevos
Foi o encontro dos Relevos
Não, não foi dançar, foi Bulir
E Bulimos
E Infundimos
Em Transfusão
Em Efusão
Tinhas jurado que o tento ninguém to tiraria
Bastou o desbragar da ventania
Acumulada
E Amada
Para quebrares a promessa
Essa é que é essa
Agora és só tumultos
Clímaces escapando-se em teus soluços
Desamordaçados
Liberados
Perguntas, E quando vier a harmonia?
Respondo, Mas não será já esta a euritmia?
Deixa que a tempestade arrase
Que nada te atrase
No encontro ao teu recontro
(Te Amo-Te… Suprema…)
(Açucena.)
(...)
Proposta (Um Beijo para uma Memória)
Em troca de uma memória
Um beijo
Um beijo que fique para a Memória
Ó, Apaisada
Sempiternamente
Demente
De tão apaixonada
Sorriso vertido
Prazer sofrido
Quem te tomou?
Foi quem te achou
Entre lábios mordidos
Em teus seios perdidos
No Mar de Ondulares gemidos
Quem diria
Que assim seria
Nós a uma só voz
Em troca de uma memória
Um beijo
Um beijo que ficou na Memória
Um beijo
Um beijo que fique para a Memória
Ó, Apaisada
Sempiternamente
Demente
De tão apaixonada
Sorriso vertido
Prazer sofrido
Quem te tomou?
Foi quem te achou
Entre lábios mordidos
Em teus seios perdidos
No Mar de Ondulares gemidos
Quem diria
Que assim seria
Nós a uma só voz
Em troca de uma memória
Um beijo
Um beijo que ficou na Memória
(O Beijo na Viela, Jehoel - Vila de Sintra)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Dela e Dele (Gatices)
A dureza do teu
Na moleza do meu
Um Gato osculando
Uma Gata desfrutando
Perpetrantes
D’onde vieram estas usanças?
Flamantes Lambanças
Trepam até à Lua
Que se torna sua Falua
Baloiçando
Balouçando
Balançando
Rios de Radiação
Numa Nascente Lunar
Vertente Copular
Elísia Recreação
Cai neve iridescente
Incandescente
É a vida a Festejar
Tanta Comunhão
Astrologias Sabedorias
Alinhamentos Raros
Preclaros Deslumbramentos
Astronomias Fantasias
Um Gato versejando
Uma Gata inspirando
A moleza do teu
Com a dureza do meu
Na moleza do meu
Um Gato osculando
Uma Gata desfrutando
Perpetrantes
D’onde vieram estas usanças?
Flamantes Lambanças
Trepam até à Lua
Que se torna sua Falua
Baloiçando
Balouçando
Balançando
Rios de Radiação
Numa Nascente Lunar
Vertente Copular
Elísia Recreação
Cai neve iridescente
Incandescente
É a vida a Festejar
Tanta Comunhão
Astrologias Sabedorias
Alinhamentos Raros
Preclaros Deslumbramentos
Astronomias Fantasias
Um Gato versejando
Uma Gata inspirando
A moleza do teu
Com a dureza do meu
(...)
Presciência (Sonoro)
Presciente
De lida difícil essa ciência
Quando impaciente
Haja condescendência
Luas de várias feições
Diferentes disposições
Composições
Uma árvore dando frutos de tez irisada
À vez, contemplada
Uma colheita de flores
Para acabar com as dores
As primeiras, visíveis
As segundas, invisíveis
O inverno sem frio
O verão do calafrio
Dias de claridade alienada
Aleatoriedade combinada
De lida difícil essa ciência
Quando impaciente
Haja condescendência
Luas de várias feições
Diferentes disposições
Composições
Uma árvore dando frutos de tez irisada
À vez, contemplada
Uma colheita de flores
Para acabar com as dores
As primeiras, visíveis
As segundas, invisíveis
O inverno sem frio
O verão do calafrio
Dias de claridade alienada
Aleatoriedade combinada
domingo, 17 de janeiro de 2016
Idiomas VindOuros
Encontrou-se quem registe
Um despiste
Para distrair
Leitura antes de o subtrair
Saberia? Não sei se deveria, por assim dizer, fazer isso suceder. Mas é o que se passa. É só o que sucede. Independentemente do que faça. E sobre isso nada poderei invectivar. Sensatamente. A solução: enveredar por uma vida que apraz o mero movimento de respirar, Seja a Paz.
Teve continuidade
Para a posteridade
As núpcias d’aleatroriedade
Volúpias da serendipidade
E a pretexto
Mais um texto
Nodo-Antinodo, Nem sequer quero, Pois este é o único modo, Vero, De advir, A esta existência, E às outras todas que ainda estão para vir. Paciência. Até não ter que renascer, por abdicar de a tal pretender. É mais do que o que se possa entender. E é por isso que me limito a ser vogando, nadando intermináveis empíreos… mares lírios… insondáveis… Solução: Perdurar a Ablução, Dilatar os entrementes, entregando-me aos momentos quentes, Aqueles de Coração a Coração
Finalizado
Perpetuado
A ti, o meu Obrigado
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Passamento-Nascimento (Liberdade)
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
Vendeu a liberdade
Quem carrega, não pega
Larga tudo, e tudo se alarga
Variâncias
A Salvação às redundâncias
Evolução
Veio, passou, decolou
Agora está no meio
Acertou
Linhagens Absolutas
Impolutas Viagens
De ventre em ventre
A seguir
Sempre a perseguir
O quê?
O Ar para respirar
Porquê?
Por causa dos Céus sobre os Ilhéus
Tem tudo a ver com isso
E em percebendo a razão…
Distensão!
Ocorre o Sumiço
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
E venceu a liberdade
Acabou-se
Vendeu a liberdade
Quem carrega, não pega
Larga tudo, e tudo se alarga
Variâncias
A Salvação às redundâncias
Evolução
Veio, passou, decolou
Agora está no meio
Acertou
Linhagens Absolutas
Impolutas Viagens
De ventre em ventre
A seguir
Sempre a perseguir
O quê?
O Ar para respirar
Porquê?
Por causa dos Céus sobre os Ilhéus
Tem tudo a ver com isso
E em percebendo a razão…
Distensão!
Ocorre o Sumiço
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
E venceu a liberdade
sábado, 9 de janeiro de 2016
Ouve (Para que haja a estória de um Houve)
Viste com um corpo emprestado
Tentando me enganar
Para que te tomasse
Que te amasse
Desculpas para me ressuscitar
Desse adormecido estado
Ouve
Quando vieres, tragas o corpo teu
Que é nele que quero ser eu [Pois só nele poderei ser eu]
E aí, sim… houve
Tentando me enganar
Para que te tomasse
Que te amasse
Desculpas para me ressuscitar
Desse adormecido estado
Ouve
Quando vieres, tragas o corpo teu
Que é nele que quero ser eu [Pois só nele poderei ser eu]
E aí, sim… houve
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