Presciente
De lida difícil essa ciência
Quando impaciente
Haja condescendência
Luas de várias feições
Diferentes disposições
Composições
Uma árvore dando frutos de tez irisada
À vez, contemplada
Uma colheita de flores
Para acabar com as dores
As primeiras, visíveis
As segundas, invisíveis
O inverno sem frio
O verão do calafrio
Dias de claridade alienada
Aleatoriedade combinada
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
Idiomas VindOuros
Encontrou-se quem registe
Um despiste
Para distrair
Leitura antes de o subtrair
Saberia? Não sei se deveria, por assim dizer, fazer isso suceder. Mas é o que se passa. É só o que sucede. Independentemente do que faça. E sobre isso nada poderei invectivar. Sensatamente. A solução: enveredar por uma vida que apraz o mero movimento de respirar, Seja a Paz.
Teve continuidade
Para a posteridade
As núpcias d’aleatroriedade
Volúpias da serendipidade
E a pretexto
Mais um texto
Nodo-Antinodo, Nem sequer quero, Pois este é o único modo, Vero, De advir, A esta existência, E às outras todas que ainda estão para vir. Paciência. Até não ter que renascer, por abdicar de a tal pretender. É mais do que o que se possa entender. E é por isso que me limito a ser vogando, nadando intermináveis empíreos… mares lírios… insondáveis… Solução: Perdurar a Ablução, Dilatar os entrementes, entregando-me aos momentos quentes, Aqueles de Coração a Coração
Finalizado
Perpetuado
A ti, o meu Obrigado
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Passamento-Nascimento (Liberdade)
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
Vendeu a liberdade
Quem carrega, não pega
Larga tudo, e tudo se alarga
Variâncias
A Salvação às redundâncias
Evolução
Veio, passou, decolou
Agora está no meio
Acertou
Linhagens Absolutas
Impolutas Viagens
De ventre em ventre
A seguir
Sempre a perseguir
O quê?
O Ar para respirar
Porquê?
Por causa dos Céus sobre os Ilhéus
Tem tudo a ver com isso
E em percebendo a razão…
Distensão!
Ocorre o Sumiço
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
E venceu a liberdade
Acabou-se
Vendeu a liberdade
Quem carrega, não pega
Larga tudo, e tudo se alarga
Variâncias
A Salvação às redundâncias
Evolução
Veio, passou, decolou
Agora está no meio
Acertou
Linhagens Absolutas
Impolutas Viagens
De ventre em ventre
A seguir
Sempre a perseguir
O quê?
O Ar para respirar
Porquê?
Por causa dos Céus sobre os Ilhéus
Tem tudo a ver com isso
E em percebendo a razão…
Distensão!
Ocorre o Sumiço
Quem te trouxe, não te disse a verdade
Acabou-se
E venceu a liberdade
sábado, 9 de janeiro de 2016
Ouve (Para que haja a estória de um Houve)
Viste com um corpo emprestado
Tentando me enganar
Para que te tomasse
Que te amasse
Desculpas para me ressuscitar
Desse adormecido estado
Ouve
Quando vieres, tragas o corpo teu
Que é nele que quero ser eu [Pois só nele poderei ser eu]
E aí, sim… houve
Tentando me enganar
Para que te tomasse
Que te amasse
Desculpas para me ressuscitar
Desse adormecido estado
Ouve
Quando vieres, tragas o corpo teu
Que é nele que quero ser eu [Pois só nele poderei ser eu]
E aí, sim… houve
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Informativa: O Baralho sem Ás
Troca-tintas
O vidas retintas
Esta vai ser a crónica
De uma personagem anacrónica
Chamado pelo que não tinha
Esperou sempre pelo nome que não vinha
Manhãs desperdiçadas
Tardes devoradas
Noites varadas
Teve mortes no currículo
Deixou-as caducar
Verdadeiramente, nunca saiu do cubículo
Baldadamente, deixou-se passar
Ainda assim, muito viu, muito viajou
Só por fora
Porque se adentro adentrou?
Nunca chegou tal hora
Mas de quem se fala afinal de contas?
Fatal, são só coisas tontas
Agora que vai tudo para outra dimensão
Atenção, muito boa gente vai ficar à nora
Há já algum tempo começou
Foi desde que o Sol o Céu embaçou
Daqui em diante, ruído já não é ruído
Dependendo do ângulo que te foi atribuído
Avante, porque nem tu te escaparás
É verdade… este foi sempre um baralho sem Ás.
O vidas retintas
Esta vai ser a crónica
De uma personagem anacrónica
Chamado pelo que não tinha
Esperou sempre pelo nome que não vinha
Manhãs desperdiçadas
Tardes devoradas
Noites varadas
Teve mortes no currículo
Deixou-as caducar
Verdadeiramente, nunca saiu do cubículo
Baldadamente, deixou-se passar
Ainda assim, muito viu, muito viajou
Só por fora
Porque se adentro adentrou?
Nunca chegou tal hora
Mas de quem se fala afinal de contas?
Fatal, são só coisas tontas
Agora que vai tudo para outra dimensão
Atenção, muito boa gente vai ficar à nora
Há já algum tempo começou
Foi desde que o Sol o Céu embaçou
Daqui em diante, ruído já não é ruído
Dependendo do ângulo que te foi atribuído
Avante, porque nem tu te escaparás
É verdade… este foi sempre um baralho sem Ás.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Feéria (Universal Folia)
Não tão distante quanto isso
Insubmisso
Este amor
Não obstante, omisso
Porquê revelar?
Para quê?
Para se esfumar?
Não há nada que saber
Pouco tarda que por aqui passes
Abraces
Não vem ninguém dizer
Que nem sequer o mundo é redondo
Com medo de qual estrondo?
Que arda
Avarias
Pintando em teus relevos utopias
Poesias
Toando enlevos que só por quimeras sabias
Peito com peito
Ressumando
Com efeito
Intensificando
Escreve, E deixa escrever
Bebe, E deixa beber
Não obstante, omisso
Este amor
Insubmisso
Não tão distante quanto isso
Insubmisso
Este amor
Não obstante, omisso
Porquê revelar?
Para quê?
Para se esfumar?
Não há nada que saber
Pouco tarda que por aqui passes
Abraces
Não vem ninguém dizer
Que nem sequer o mundo é redondo
Com medo de qual estrondo?
Que arda
Avarias
Pintando em teus relevos utopias
Poesias
Toando enlevos que só por quimeras sabias
Peito com peito
Ressumando
Com efeito
Intensificando
Fica sabendo, que te venho amando por cada dia do infinito sideral. Girovagando. Que, mais que ideal, és real. Que não precisas de mim, nem eu de ti. Porque não somos, e a ser, Tudo é tudo o que somos: Fantásticas folias, das laudas que regem feerias. Extáticas. Dimensões que colidem, sensações que coligem. A vida e a morte, a lida e a sorte. O que está para acontecer e o que já aconteceu. O que se conheceu mais o que se vai conhecer.
Escreve, E deixa escrever
Bebe, E deixa beber
Fragrante o nosso delito flagrante. Concatenados. Gloriosamente condenados, a esta estória flamante. Portanto, as serpentinas deixemos e… saborosamente… pratiquemos.
Não obstante, omisso
Este amor
Insubmisso
Não tão distante quanto isso
(...)
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Nem sei o que te dizer (Tal a Perfeição)
De onde vem a plúvia?
Da vida
Do Mundo no teu Sorrir
Antes de partir
Pois estou de saída
De rencontro à fonte dilúvia
Beijo nos Lábios
Sábios
Pelo ventre escorrente
Ademais
Muito mais
Em frente
Altissonante
Este ludo vibrante
Não iludo
Não iludes
Aludes
Ao Sol Lunar
À Lua Solar
Fiquemos nas elipses carolinas
Ondulinas
Teus cabelos eclipses
Da vida
Do Mundo no teu Sorrir
Antes de partir
Pois estou de saída
De rencontro à fonte dilúvia
Beijo nos Lábios
Sábios
Pelo ventre escorrente
Ademais
Muito mais
Em frente
Altissonante
Este ludo vibrante
Não iludo
Não iludes
Aludes
Ao Sol Lunar
À Lua Solar
Fiquemos nas elipses carolinas
Ondulinas
Teus cabelos eclipses
(...)
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Vozes Mélicas (Tesouros Quintessenciais)
Vozes mélicas, Coros Naturais
Que Amar
A Dar
Vozes mélicas, Ouros Imemoriais
A Amar
Que Dar
Bateu-me um Coração
Que batia
Um conto que se ouvia
A mais perfeita Oração
Cabelos preclaros
Desígnios claros
Claramente declarados
Ondeadamente fadados
Escondendo o que não pode ser escondido
Temendo o que não deve ser temido
Tão humano
Tão inano
Ao menos confessa-se
Ao menos professa-se
Não que isso conte
Que se aponte
Vale a valia
No Vale da Magia
Luas Cantadoras
Faluas voadoras
Rios arrebatados
Fios entrelaçados
Moral da história?
Mural da Glória!
Que Amar
A Dar
Vozes mélicas, Ouros Imemoriais
A Amar
Que Dar
Bateu-me um Coração
Que batia
Um conto que se ouvia
A mais perfeita Oração
Cabelos preclaros
Desígnios claros
Claramente declarados
Ondeadamente fadados
Escondendo o que não pode ser escondido
Temendo o que não deve ser temido
Tão humano
Tão inano
Ao menos confessa-se
Ao menos professa-se
Não que isso conte
Que se aponte
Vale a valia
No Vale da Magia
Luas Cantadoras
Faluas voadoras
Rios arrebatados
Fios entrelaçados
Moral da história?
Mural da Glória!
(...)
domingo, 25 de outubro de 2015
Volutas (Absolutas)
Queres um livro sem páginas para virar?
Ui, muito te enganas
Queres que a vida não te ensine a dobrar?
Ai, quanto te enganas
Correrias
Depois dizes que não sabias
E que tal viver
Saborear
Perder o receio de desconhecer?
A Existência é uma infinita conflagração de Volutas
Perfeitas e Absolutas
Ui, muito te enganas
Queres que a vida não te ensine a dobrar?
Ai, quanto te enganas
Correrias
Depois dizes que não sabias
E que tal viver
Saborear
Perder o receio de desconhecer?
A Existência é uma infinita conflagração de Volutas
Perfeitas e Absolutas
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